quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014


Editorial

Caro leitor!

 Na busca da Paz interior encontrei o silêncio de DEUS!
 Muitas vezes nos perguntamos por que Deus não nos responde. Porque Deus se cala?
Muitos de nós gostaríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir ou respostas para as coisas que buscamos, mas Ele não o faz: responde-nos com o silêncio. Deveríamos aprender a escutar esse silêncio.
 O Divino Silêncio é uma palavra destinada a convencer-nos de que Ele, sim, sabe o que faz.
  Com o seu silêncio, diz-nos carinhosamente: “Confia em mim, sei o que é preciso fazer”!
Por isso precisamos as vezes nos silenciar, precisamos desse tempo, para que possamos encontrar dentro de nós a paciência concentrada, ou seja a tolerância. ``Cultivar o silêncio traz benefícios para a mente e para a alma´´. 



“Aprendi o silêncio com os faladores, a 
tolerância com os intolerantes, a 
bondade com os maldosos. 
E sou grato a esses professores”. 

Khalil Gibran 

Boa Leitura!




Tolerância


 Um diretor de empresa com poder de decisão, gritou com seu gerente porque estava com muito ódio naquele momento. 
 O gerente, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de gastar demais, com um bom e farto almoço à mesa. 
 A esposa nervosa gritou com a empregada que acabou quebrando um prato que caiu no chão. 
 A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara, enquanto limpava os cacos de vidro. 
 O cachorrinho saiu correndo de casa e acabou mordendo uma senhora que ia passando pela rua. 
 Essa senhora foi à farmácia para fazer um curativo e tomar uma vacina, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada. 
 O farmacêutico, chegando em casa, gritou com sua esposa, porque o jantar não estava do seu agrado. 
Sua esposa, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou seus cabelos e beijou-o, dizendo:
 - Querido, prometo que amanhã farei o seu prato favorito. Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da nossa cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que você durma tranquilo. Amanhã você vai sentir-se bem melhor. E retirando-se deixou-o sozinho com os seus pensamentos.

``Tolerância é

paciência concentrada´´

Thomas Carlyle





Rita Elisa Seda


Cronista - Poeta - Biógrafa - Fotógrafa e Pesquisadora 



www.palavrasdeseda.blogspot.com


 Há pelo menos 13 anos escrevi uma crônica a respeito do Silêncio. O silêncio que eu procurava na época, encontrei dentro de minha morada, na minha alma. Lembro-me que meu vizinho ao ler a crônica me interfonou, disse que estava emocionado e que não tinha palavras para descrever o que sentia. Crônica publicada em dois jornais e em um dos meus livros.
 Sei cultivar o silêncio interno, mas, creia, o barulho externo me incomoda... esse quase sempre foge ao meu controle e eu me vejo agitada, perdida em um redemoinho que teima em mover águas calmas e claras, tornando-as bravias e perigosas. 
 Pensei que era só eu que precisava do Silêncio. Alguns me acham um 'bicho do mato' porque prefiro a sinfonia dos pássaros de manhã do que a música industrializada. Segundo o Centro da Indústria de Informação Global atualmente 'recebemos mais informações do que podemos absorver ou realmente ouvir'. No mundo em que as crianças se adaptam ao smartphone, ficam conectadas no mundo digital e 'nunca' convivem com o silêncio total, existe uma nova doença: a fadiga da informação! 
 Hoje li um artigo bem atual, onde Rafael Tonon afirma que o Silêncio está em extinção. Eu sinto o mesmo. Por isso necessito de ficar no meio da mata, ou melhor... no meio do mato onde o silêncio é puro, em harmonia com os pássaros, o rio, os insetos e o vento. 
 Em um sítio, em plena floresta, até mesmo o trepidar das chamas de uma fogueira faz um som harmonioso, sensacional. Por isso me acostumei a apreciar os quatro elementos vitais para minha... digo 'nossa'... existência: o fogo, a água, a terra e o ar! Quando estamos em sintonia, existe uma frágil lembrança de que fomos feitos de argila, mistura terra e água, com a vitrificação pelo fogo e a presença da alma através do sopro Divino. Quando estou inserida à natureza sinto esses quatro elementos em meu corpo, comandando, curando, amando, me dando vida!
 Hoje em dia existe um novo desenvolvimento natural: a ecologia acústica. Onde os estudiosos buscam registrar os mais diversos sons da natureza, aqueles que só surgem nos mais entocados e profundos silêncios, encontrados, por especialistas, em lugares isolados de ruídos causados pelos homens. Esses estudiosos há mais de 30 anos colhem registros pelo mundo a fora. Afirmam que até mesmo em lugares sagrados, ideais para uma introspecção, o silêncio se tornou uma tortura em vez de paz! 
 Cultivar o silêncio traz benefícios para a mente e para a alma. No silêncio da manhã eu deposito nas gotas de orvalho minhas tristezas, minhas desilusões; e deixo que os primeiros raios do sol da bondade apareçam aos poucos e, progressivamente, dissolvam essas gotas que, de tão translúcidas, apenas refletem o entorno, sem ter a capacidade de tornar-se palpável, de SER. Mas, são essas gotas de orvalho que através do reflexo criam pontos de luz, são elas que umedecem as plantas, que matam a sede dos insetos, que fazem das folhas mortas húmus para o crescimento dos vegetais. Assim é a vida, nossas decepções e tristezas, se colocadas no lugar certo, não caíram como lágrimas e, sim, se tornarão gotas de orvalho, adubando a terra em que fomos criados.
 Conciliar vida de sitiante com vida urbana está difícil, a cada dia fica mais difícil. Quando venho para a cidade grande, por ter apurado meus sentidos, acabo vendo o invisível, ainda mais quando olho dentro dos olhos das pessoas. Vejo a alma e, por muitas vezes, tentei alertar algo, mas as pessoas não tem tempo para ouvir, mesmo que isso signifique sobrevivência! O tempo passa e, a cada ano, aprendo conviver um pouco mais com a lei da natureza e, desaprendo, muito... conviver com o ser humano.

Rita Elisa Seda

Foto-haicai

Foto: Rita Elisa Seda


`` Manhã na mata
entre tantas teias
brilha um rosário ´´

Gustavo Terra







Ivani Izidoro

Ivaniizidoro@hotmail.com


A LENDA DA TORRE DE BABEL


 Conta a lenda judaica: quando Adão e Eva saíram do Paraíso, vestiam roupas feitas de peles dadas por Yaveh, essas tinham a propriedade de tornar invencível e irresistível quem as vestisse.  
 Adão e Eva deram as vestes como herança para Enoque, depois foram  dadas a Matusalem e este presenteou seu filho, Noé. 
 Quando desocuparam a arca, Cã, roubou as vestes de seu pai Noé, escondeu, dando ao seu filho Cuche e este  entregou a  seu caçula -  Ninrode.  
 Ninrode colocou as peles e quando viu  as feras e as aves do campo prostrarem  diante dele, foi tomado de grande soberba.
 Surgia o primeiro líder a corromper os homens!
 Sem saber o mistério das propriedades das peles, o povo exaltou Ninrode por bravura pessoal, suas vitórias  e o constituiu rei. 
  O Rei Ninrode, sendo vitorioso em todos os seus combates, foi ficando cada vez mais perverso, soberbo,    inflamava o povo contra Yaveh. 
E, acreditando ser maior que o próprio Yaveh, concordou pronta-mente com o projeto de edificação de uma torre para chegar ao céu dado por seus conselheiros.  
 Ninrode, juntos com 3 grupos planejavam subir ao céu, guerrear, devastar a todos com arcos e lanças, vencer Yaveh  e colocar outros deuses para adorar.  Assim, com a finalidade de liderar uma rebelião contra Deus, iniciaram a construção da Torre de Babel.
 Muitos anos se seguiram na construção da torre e a altura para ser alcançada precisava de um ano inteiro. Todos trabalhavam sem parar. Os tijolos passaram a ter mais valor que as pessoas: se uma pessoa caia ninguém fazia conta, mas se um tijolo caísse, existia grave punição pois,  demoraria um ano para o tijolo ser reposto.   
 A construção da torre só era interrom-pida para o lançamento de flechas em direção ao céu. E, como viam algumas flechas voltarem cobertas de sangue, reforçava-se a pretensão de estarem matando todos do céu. 
Yaveh , diante de tanta perversidade, ordenou para os setenta anjos que rodeavam seu trono: 
 - Desçam e retirem a linguagem divina deles, sem ela,  não se entenderão!
 Os anjos desceram na Terra, retiram o dom da linguagem e ninguém mais na torre sabia o que o outro estava dizendo.
 A falta de comunicação causou conflitos, brigas, mortes  e separações e todos foram punidos de acordo com sua transgressão.
 Quanto a torre, grande parte afundou  na terra, outra parte foi consumida pelo fogo e apenas um terço permaneceu em pé. Curiosamente o lugar, onde a torre foi construída, até hoje faz as pessoas ao passarem por ali esquecerem de tudo o que sabem.
 Todo o povo da torre de Babel foi  dispersos pelo mundo, muitos idiomas foram inventados e os anjos por ordem de Yaveh ajudaram. Mas, a língua divina , a fala  dos anjos, esta só pode  ser dada pela misericórdia de Yaveh e só entregue a todos os homens no fim dos tempos. 
 Explica ainda a  lenda: Yaveh  poupou parte do povo da Torre de Babel da destruição total porque muitos conviviam amigavelmente, amavam uns aos outros, apesar de  terem sido corrompidos por Ninrode, diferente da geração do dilúvio, extirpada até a raiz porque era constituído de pessoas entregues a saques, depredações e ao cultivo de ódio uns pelos outros.    


Verdade ou não-verdade? É lenda! 





PODOLOGIA





Tratamento com Laser 

na Micose de unha


(onicomicose)

 Um dos problemas mais antigos e difíceis de tratar é a micose de unha (onicomicose), agora tem um novo tratamento, com excelentes resultados, e em curto período de tempo, Terapia Fotodinâmica (PDT) Laser Terapêutico de baixa Potencia.
 Quem não conhece alguém que tem? Até mesmo você, que está  lendo agora está informação pode ter! Pois agora, uma nova tecnologia chegou para ajudar neste tratamento com ótimos resultados, em curto espaço de tempo, procurando oferecer tratamentos cada vez mais eficazes, a Podologia está sempre procurando novas técnicas e equipamentos que possam ser utilizados, e a grande novidade foi à descoberta do Laser Terapêutico. Apesar de estar sendo usado já há vários anos na medicina, só recentemente é que ficou provada que o Laser tem grande importância quando aplicado na Cicatrização de Feridas, inflamações decorrentes de Unhas encravadas, Frieira, e também tratamento da unha com micose (onicomicose).
 Em casos crônicos, que não houver comprometimento da matriz da unha dependendo do que o paciente fez anteriormente, poderá ter cura do problema se o organismo reagir ao tratamento, ou melhoras bem acentuadas, o que é ótimo em muitos casos já graves. Havendo comprometi-mento da matriz da unha, fica muito difícil a recuperação.
 O tratamento é de forma multidisciplinar, o Dermatologista deverá ser consultado para buscar melhores resultados.

 SEGUE ALGUMAS DUVIDAS SOBRE O TRATAMENTO COM LASER:

 Sente-se alguma dor na aplicação do Laser?
O uso do laser não causa nenhum desconforto ao paciente, já que sua potência é baixa, não esquenta, não arde, não dói, não causa prurido e nem traz nenhum desconforto. Com isso, deixamos bem claro que não se trata de um laser cirúrgico, mas sim de um laser terapêutico. O laser de baixa potência usado em Onicomicose causa uma reação química na unha, que mata os fungos, e nas feridas acelera o processo de mitose das células e por isso estimula a desinflamação e a cicatrização, diminuindo também a dor.
Quem não pode usar o Laser?
O laser não pode ser usado em pessoas que possuem tumores malignos, porque, como sabemos, ele acelera a proliferação celular. Também não se deve utilizá-lo em pessoas com doenças de coração sem autorização médica, em pessoas com idade avançada e em condições físicas precárias devido a alguma doença grave ou em outras situações, as quais o médico considere inadequado o uso do laser.
Como é o tratamento com Laser? 
O tratamento é feito por aplicações do Laser no local a ser tratado, cada paciente passa por uma avaliação, antes de iniciar o tratamento, de acordo com a Patologia será orientado como deverá ser feito o tratamento de forma personalizada e única.
 A contaminação da lâmina ungueal (unha) por fungos e/ou cândidas, devido ao ambiente propício para se instalarem: quente, úmido e escuro, o laser atua como acelerador no crescimento da lâmina saudável e destrói os fungos através da terapia fotodinâmica. Sua aplicação é pontual e trabalha cada cm² da área a ser afetada. Por ser energia pura e de alta intensidade. Toda energia direcionada é absorvida pelas células, essa por sua vez reage no tecido quimicamente, por esse motivo falamos que o laser é um biomodulador tecidual.  A principal diferença da ação do Laser das outras técnicas utilizadas na Podologia é que o benefício celular é produzido de dentro para fora, ou seja, a célula absorve os efeitos do laser através da sua ação nas mitocôndrias, promovendo sua rápida recuperação e cura. No tratamento da onicomicose a fonte óptica mais adequada é a vermelha (Red Photo Therapy), pois, possui melhor absorção na superfície da pele ou lâmina ungueal (unha).
 Com o crescimento rápido da unha, a região infestada é rapidamente eliminada, e fica evidente a cura em curto espaço de tampo, sem precisar tomar medicamentos por longo período. Quanto maior a região comprometida da unha, maior será o tempo do tratamento, por tanto não demore em iniciar o tratamento. Todo sabe que a onicomicose é difícil de tratar, e com o tratamento convencional existem varias reincidivas. Por isso é muito importante o comprometimento e colaboração do Paciente.
 Marque uma consulta com um Dermatologista, e procure um Podólogo especializado.
Onicomicose

 A onicomicose é uma doença multifatorial. Estudos observaram que a genética é um fator que governa a epidemiologia da onicomicose e a doença causada pelo T. rubrum apresenta um padrão familiar. Tem sido observada a associação entre a ocorrência de onicomicose e o estilo de vida do paciente. Diabetes, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida e doenças arteriais periféricas são fatores predisponentes para a instalação desta infecção fúngica.
 Como qualquer doença infecciosa, um diagnóstico correto e precoce é imprescindível para a escolha do tratamento adequado. Estudos revelam que as espécies Trichophyton rubrum e Trichophyton mentagrophytes estão envolvidos em mais de 90% das onicomicoses (FAERGEMANN E BARAN, 2003). O tratamento das onicomicoses representa uma das principais dificuldades terapêuticas encontradas na prática clínica, em razão de algumas particularidades: as unhas são estruturas não-vascularizadas o que explica a pequena pene-tração dos medicamentos utilizados por via sistêmica e o crescimento das unhas se faz de maneira lenta (5 a 6 meses nas unhas das mãos e 12 a 18 meses nas unhas dos pés). Portanto, as dermatofitoses das unhas dos pés são mais rebeldes ao tratamento que as das mãos (SIDRIM E MOREIRA, 1999). 
 O tratamento tópico com amorolfina e ciclopiroxolamina produz poucos efeitos adversos sistêmicos e não faz interação com outras drogas sistêmicas utilizadas. Os antifúngicos sistêmicos classicamente empregados no tratamentos apresentam efeitos adversos como: cefaléia, hipersensibilidade e eritema. Interagem com outras drogas (anticoagulantes orais e fenobarbital) acelerando seu metabolismo e diminuindo sua biodisponibilidade (LLAMBRICH E LECHA, 2002; BALLESTÉ et al., 2003). Por volta de 1990 foram substituídos por itraconazol, fluconazol e terbinafina, que apresentam melhores resultados em menor tempo, maior segurança para o paciente embora apresentando ainda efeitos colaterais (BALLESTÉ et al., 2003). De acordo com Ribeiro e Zezell (2004), o tratamento fotodinâmico (PDT) é estudado pela Medicina em várias modalidades terapêuticas.
 Nem a luz nem o corante isoladamente tiveram qualquer efeito aparente sobre os paramécios, mas, associados, foram altamente citotóxicos.
 A PDT representa um complexo sistema de fototerapia que requer a presença de três fatores que interagem concomitantemente: corante (agente fotossensibilizador), uma fonte de luz e o oxigênio. Isoladamente, nem o fotossensibilizador, nem a luz tem a capacidade de produzir efeito deletério ao sistema biológico alvo. O mecanismo de ação se dá por dois tipos de reações físico-químicas: Reação do tipo I e reação do tipo II  (MELLO et al., 2001; ALLISON et al., 2004).

Flávio Fernandes
Podologo





Saúde Bucal

Idosos: 

prevenção na 

saúde bucal


Odontogeriatria

 Uma doença que ocorre com frequência com idosos é a doença periodontal. Ela acomete os tecidos em torno dos dentes e quase sempre é indolor. E devido a isto, quando percebe-se que tem a doença periodontal, já ocorreu uma boa perda óssea nos dentes afetados. Ela tem como agente causador a placa bacteriana que se acumula sobre as superfícies do esmalte dentário e no sulco gengival (fica na margem gengival entre a parte branca do dente e o tecido gengival) e isto vai formar o tártaro com o passar dos meses.
 A prevenção da doença periodontal, assim como a cárie dentária, é conseguida através da remoção eficiente da placa bacteriana a cada refeição. Para prevenir estas doenças é fundamental uma higiene bucal bem executada, através do uso de dispositivos como escova, fio dental, escova interdental, pastas dentais fluoretadas, soluções para bochecho com flúor (enxaguatórios bucais) e limpadores de língua.
 Em relação ao tipo de escova, esta deve ser individualizada, mas recomenda-se escova de textura macia, com "cerdas planas" (parte ativa sem curvatura). Em relação ao tipo de cabo da escova, recomenda-se o do tipo reto. A frequência da escovação deve ser imediatamente ou até 30 minutos após a ingestão de alimentos.
 A escovação requer o emprego de técnicas adequadas, e no caso dos idosos que possuem boa coordenação motora, a seguinte técnica é uma das mais recomendadas:
 a) Começar limpando as superfícies internas dos dentes inferiores (que ficam embaixo no fundo da boca do lado e na frente da língua), sendo que a escovação deve ser realizada segurando a escova verticalmente em um ângulo de 45 graus em direção a linha gengival e usar movimentos rítmicos suaves para cima e para baixo com a ponta da cabeça da escova;
 b) Depois limpar as superfícies externas dos dentes inferiores, que ficam localizadas embaixo ao lado das bochechas e atrás do lábio inferior da boca. Usar movimentos rítmicos suaves e curtos, movendo a escova para trás e para frente contra os dentes e a gengiva;
c) Após isto, limpar as superfícies internas dos dentes superiores, que ficam em cima no fundo da boca e nas superfícies internas dos dentes da frente e depois as superfícies externas dos dentes superiores, que ficam no fundo da boca ao lado das bochechas e atrás do lábio superior da boca. Durante toda a escovação nunca se esquecer da margem gengival e os dentes posteriores, que são os mais difíceis de alcançar e para as áreas situadas ao redor de restaurações e coroas;
d) Depois de limpar todas as superfícies internas e externas dos dentes, deve-se limpar as superfícies de mastigação tanto em cima como em baixo das arcadas dentárias, concentrando-se na limpeza de cada setor da boca.
Nas regiões entre os dentes é importante também a utilização do fio dental ou da escova interdental, pois removem a placa bacteriana e alimentos que ficam nestas regiões e abaixo das gengivas. Para idosos que tem boa coordenação motora, deve-se utilizar o fio dental da seguinte forma: Enrolar aproximadamente 50 cm de fio dental nos dedos médios, segurando-o com o polegar e o indicador. Passar o fio dental esticado entre os dentes, nos sentidos horizontal e vertical alternadamente. Penetrar um pouco o fio na gengiva e deslizar em movimentos suaves. O fio dental deve ser utilizado após as refeições, depois de escovar os dentes. Além disto, existem no mercado suportes em forma de Y que facilitam o uso do fio dental. E em áreas da boca inacessíveis, como nos espaços que se localizam entre coroas fixas, deve-se utilizar do passador de fio dental, assim como da escova interdental. Mas é importante ressaltar que no caso específico dos idosos, a escova interdental é muito eficiente e mais fácil de usar do que o fio dental e, portanto, é mais recomendada. Mas o tipo de escova interdental (por exemplo o tamanho), deve ser individualizado, sendo que o dentista é quem irá escolher a escova que melhor se adapte ao idoso para que depois ele possa comprá-la em uma farmácia ou supermercado.
 Deve-se escovar também a língua, pois é um local onde muitas bactérias ficam alojadas e costumam ficar restos de alimentos, e que proporcionará um hálito agradável. Neste caso, o uso de limpador de plástico de língua, uma vez por dia, é extremamente importante para os idosos em geral. E quanto mais os idosos forem dependentes de pessoas cuidadoras para a realização da higienização, mais importante é o uso do limpador de plás-tico. Deve-se utilizá-lo da seguinte forma:
a) Deve-se colocar a língua para fora;
b) Limpar suavemente da parte posterior da língua até a parte anterior (ponta da língua);
c) Deve-se limpar de uma lateral, e seguindo com a limpeza do corpo da língua e chegar até a lateral oposta.
 Para idosos incapacitados, isto é, que não possuem boa coordenação motora, os cuidadores deverão realizar a higienização destes, através da escovação com movimentos circulares em todas as faces (os lados) dos dentes.        
Como complementares na escovação temos as pastas dentais. Podemos citar as seguintes pastas dentais: 
a) ANTICÁRIE (tem flúor em sua composição e em longo prazo previne contra as cáries);
b) ANTITÁRTARO com pirofosfato (substância que impede a formação de tártaro, mas não remove o tártaro que já existe);
c) ANTIPLACA com triclosan (um antimicrobiano, e é indicada especial-mente para pessoas com gengivite). No caso dos idosos, o uso da pasta dental anticárie é muito importante, mas deve-se sempre seguir a orientação do dentista para saber qual é recomen-dada.
 Como complementares na escovação temos também os enxaguatórios bucais. Eles são substâncias químicas que atuam nas bactérias presentes na cavidade bucal, sendo utilizados para controle e na redução da formação da placa bacteriana. Os idosos só devem utilizá-los de acordo com a prescrição feita pelo dentista, e que deve orientar quanto à forma e tempo de uso no seu caso em particular.
 Para a grande maioria dos idosos dentados os bochechos à base de flúor são os mais indicados, e cada empresa possui um tipo de produto com uma determinada concentração (na maioria com mais de 200 PPM de flúor). Os idosos dentados devem, após uma higienização correta dos dentes, utilizá-los uma vez por dia, antes de dormir. E desta forma, já será o suficiente para proteger as raízes expostas dos dentes.
 Os enxaguatórios realizam uma função importante para idosos com problemas motores, no caso daqueles com Mal de Parkinson e doença de Alzheimer, e então não conseguem fazer uma escovação adequada, sendo aí usados aqueles à base de Gluconato de Clorhexidina após cada limpeza dos dentes. Nos ambientes hospitalares (UTIs), é imprescindível que um parente (ou cuidador) leve para a enfermagem este tipo de medicamento, pois normal-mente não estão disponíveis nestas entidades.
 Vale lembrar que o uso contínuo dos enxaguatórios é contra-indicado para idosos que não sejam capazes de utilizar o medicamento sem acompanhamento (cuidador), pois existe o perigo de deglutição.

Mas é importante enfatizar que o uso dos enxaguatórios bucais deve ser racional, ou seja, indicado somente nos casos recomendados pelo dentista.


Por Marco Tulio Pettinato Pereira e 
Fernando Luiz Brunetti Montenegro




www.odontologiaveratenguan.com.br

Drª Vera Tenguan

CROSP 42.020




Aluno  da Academia perde 

23 kilos!!!


Diogenes Dias, aluno da Academia Equilíbrio eliminou mais de 23 quilos em apenas 3 meses, sem uso de inibidores de apetite, apenas com alimentação saudável e acompanhamento dos nossos profissionais! 

 Quando se fala em perder calorias, logo vêm à cabeça os exercícios aeróbicos. E isso não está errado. Mas existe uma diferença entre gasto calórico e emagrecimento. Uma aula de spinning, por exemplo, queima cerca de 700 calorias, enquanto uma série de 60 minutos de musculação detona umas 400. Até aí, nenhuma novidade. A grande sacada é que, dependendo da intensidade e da maneira que as séries de exercícios são programadas, a musculação pode acelerar a eliminação das gorduras durante o dia todo, e assim emagrecer mais do que os aeróbicos. Parece confuso, mas é simples, garante o professor de Educação Física, Julio Marchetti, de São Paulo: "A musculação, como é realizada pela maioria das pessoas, não emagrece efetivamente. Mas se o programa for feito corretamente, ele ajuda a perder gordura porque acelera o metabolismo", diz. José Maria Santarém, médico fisiatra da USP, confirma a teoria e ainda esclarece o seguinte: uma pessoa que tem músculos mais desenvolvidos, queima mais calorias do que uma outra, que não tem a musculatura desenvolvida. "Cerca de 70% das calorias vão sendo eliminadas durante o dia, mesmo quando o corpo está em repouso. Ou seja: você faz musculação de manhã, por exemplo, e o efeito dura o dia todo, se o seu condicionamento físico for bom", explica o médico. Os exercícios aeróbicos beneficiam a capacidade cardiovascular e queimam os carboidratos ingeridos durante a alimentação. Por isso, depois de uma longa caminhada, é certo que você vai sentir muita fome, pois o combustível que moveu o corpo durante a atividade precisa ser reposto. E a regra é simples: se a quantidade de calorias for igual a que é gasta, a pessoa não perde peso. Se o que comeu for superior ao que queimou, pior ainda, pois aí o indivíduo vai engordar. Em atividades anaeróbicas, ou exercícios com pesos, a substância utilizada para dar energia é a gordura, que é eliminada. Por isso, depois de terminar uma série, a fome não é tão grande. "Há 10 ou 20 anos, acreditava-se que apenas os exercícios aeróbicos emagreciam. Hoje, está cientificamente comprovado que isso é um engano", argumenta José Maria Santarém.


bibliografia: http://dietaja.uol.com.br/saude-fitness/125/aerobicos-x-musculacao-o-que-emagrece-mais-ha-controversias-31108-1.asp





Poesia

É Verão...

As árvores doam-se em flores,
Anunciando a vida e o brilho,
A leveza dos colibris, das borboletas
E exalando verdes e úmidos perfumes

As águas estão chegando
E querem dizer algo,
Um segredo insinuar,
Uma mensagem silenciosa.

Elas vêm de muito longe,
De pequenos riachos,
Das serras, dos mares
Ou de lagoas de lembranças.

Elas vêm lavar nossas almas
E levam as impurezas embora.
Tiram o limo das pedras dos rios
E também das nossas vidas.

Nas distantes alturas do céu
Nuvens desenham e dançam,
Ficam plenas de umidades
E se despejam sobre a terra.

A terra ressecada esperou emudecida
Velou por dias e noites sem fim
E enfim as chuvas se despejaram,
Amaram as terras sem nada esperar.

O cheiro da terra molhada,
O vento úmido e frio,
O abrigo de uma sombra,
A semente que germina.

É verão, as águas estão chegando,
As almas querem agora voar e passear
Descobrir o mundo a natureza

E perder-se no sem-fim da vida.

Jorge Pessotto
Nascido em São José dos Campos, é professor estadual de história. 
Uma vez ou outra aparecem-lhe lampejos que se transformam em versos.



Música

Mandou Bem

Tom: A#  ( acordes na forma do tom A )
 Capotraste na 1ª casa  Intro: 2x(F#m D E)


Jota Quest


        F#m D E
uh uh uh 2x

-={ PARTE 1 }=-

    D                 E
 você mandou bem, cuidou de mim foi forte sim
     D              E
 me fez entender o lado bom, o bom do amor
        D          E
 o que aconteceu ficou no ar eu vou juntar
      D             E
 meu nome com o teu   [hã! hã!] {com o teu}

  D                              E
você chegou que nem água pra sede
    D                        E
 me desejou que foi tudo de vez
   D                       E
 é novidade que tal passar bem
  D                      F#
 e no final é só eu e você

-={ REFRÃO }=-

                 F#m D               E
eu tô pensando agora,   a gente no futuro
                 F#m D               E
 se amando toda hora,   e caminhando juntos
                 F#m D               E
 eu tô pensando agora,  a gente no futuro
                 F#m D               E                      E
 se amando toda hora,   [e caminhando juntos]   
 {e caminhando, e caminhando}

-={ REPETE PARTE 1 }=-

-={ REPETE REFRÃO }=-


Receita Culinária












Bolinho de Batata com Queijo

Ingredientes:

½ kg de batatas descascadas
2 colheres de sopa de queijo ralado bem cheias
1 colher de sopa de amido de milho
1 ovo

Sal a gosto

Modo de preparo:

 Cozinhe as batatas em água e sal, escorra e passe imediatamente pelo espremedor
 Em seguida, acrescente o amido de milho, o queijo, o ovo e acerte o sal.
 Misture bem.
 Deixe esfriar o suficiente para por as mãos e faça pequenas bolinhas arrumando em uma travessa.
 Leve à geladeira por no mínimo 2 horas.
 Frite aos poucos em bastante óleo quente, retire e coloque sobre papel toalha.


Bicho de Estimação

TOSA VERÃO



Fluck, feliz com sua tosa verão...

Verão: tosar ou não?

 Se para nós o calor já é difícil de suportar, para nossos pets a situação não é diferente. Para eles, pode até ser pior, pois não conseguem falar o quanto estão desconfortáveis com uma determinada situação.
 Por isso, fica a dúvida: no verão, devemos tosar ou não o nosso pet?
 Os problemas já começam para aqueles cães chamados de bráquio-cefálicos, ou seja, com focinho curto. Isso porque eles têm mais dificuldade de trocar o calor pela expiração, sofrendo mais com temperatura e umidade elevadas.  Entre as raças com predisposição estão: bulldog, lhasa-apso, pequinês, pug, shihttzu, entre outras.
 Se seu cão tiver a pelagem longa o problema pode ser ainda maior no verão, fique atento a alguns sintomas:
· Aumento brusco da ansiedade do animal,
· Batimentos cardíacos acima do normal,
· Animal inquieto ou muito triste,
· Respiração ofegante,

 
Mas e aí, deixar o cachorro peludão ou tosá-lo no verão? É muito claro aos nossos olhos que um cachorro de pelagem longa no verão, quase sempre, está com a língua de fora e deitado no piso. Por isso, tosá-lo é uma dica para o verão, os cães até ficam mais felizes, com uma nova disposição para brincadeiras e passeios. A tosa também facilita muito a visualização de pulgas e carrapatos.





Alerta






















sexta-feira, 17 de janeiro de 2014


Editorial

Caro Leitor!


Começar de novo não é necessariamente começar novo. Quando a vida lhe der uma oportunidade de recomeçar, pense novo. Às vezes, essas oportunidades chegam em forma de rupturas, mudanças drásticas, perdas, rejeição, doenças. Às vezes, a chance se esconde no fim das grandes crises, das guinadas da sorte, das puxadas de tapete. Às vezes, só criamos coragem depois que perdemos o rumo, o chão. Na maior parte das vezes, só enxergamos com clareza quando estamos de fora.
  Começar novo não é reiniciar, é inventar outro padrão. É preciso reconhecer os erros, os nossos e os alheios, as fraquezas, os excessos, os entraves. Começar novo é permitir-se inclusive novos enganos, erros, fragilidades mas não os mesmos.
  Só quem já apanhou da vida é capaz dessa façanha: passar os planos a limpo, faxinar os porões do coração, despedir-se daquelas dores crônicas, libertar-se do passado. Quando os velhos modelos falem, os antigos códigos não dizem mais nada, o futuro imaginado desaparece e até os sonhos murcham mas a despeito de tudo você percebe saídas, diagnostica a crise, identifica as fragilidades e não se dá por vencido, nesse momento você está engendrando o novo. Não uma retomada mas uma nova história.


FELIZ OLHAR NOVO
















O grande barato da vida é olhar pra trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e AGORA!
  Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o bolo sola, o pneu fura, chove demais. Mas... Pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Tá certo, eu sei, Polyanna é personagem de ficção, hiena come porcaria e ri, eu sei. Não quero ser cego, burro ou dissimulado. Quero viver bem. 2013 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões... Normal.
  As vezes se espera demais das pessoas... Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou... Normal. 2014 não vai ser diferente.
  Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que eu desejo pra todos nós é sabedoria, é que todos nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
  Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim. Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passa pra categoria 3, a dos amigos. Ou muda de classe, vira colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de uma frase que adoro: 'Cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade').
  Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes...
Desejo pra todo mundo esse olhar especial. 2014 pode ser um ano especial se nosso olhar for diferente. Pode ser muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos, e dermos a volta nisso.
Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. 2014 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, maneiro, especial...
  Pode ser puro orgulho. Depende de mim! De você! Pode ser. E que seja!!!
  «Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensar tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"


Rita Elisa Seda


Sempre gostei de ler CAMINHADA de Hermann Hesse, essa semana eu o tirei da estante e fiz dele meu livro de cabeceira. Tantas recordações da primeira vez em que o li e o quanto ficou impregnado em mim. Tanto que em uma das minhas primeiras exposições de fotografias digitais em São José dos Campos (1996), citei junto à fotografia de uma árvore uma frase inerente a esse livro. Mas, hoje, quero falar mais do que uma frase. Começo pela vida de Hermann Hesse. Escreveu CAMINHADA pela simples razão do que fazia... caminhava!... e não era por um pequeno lugar... era pelo mundo. Hermann Hesse era filho de missionários que foram para a Índia pregar o cristianismo. Dentro dessa doutrina, com esse norte de seus pais, entrou para o seminário, para encontrar a resposta de suas divagações, para caminhar pelas verdades. Então, não as encontrando, fugiu do seminário, foi em busca de outra Teologia, do sentir Deus em si. “Na verdade toda sua vida foi uma série de fugas, pois a sua rebeldia atingiu os pontos nevrálgicos das estruturas sociais”, refutou a casa paterna, a educação escolar, a teologia ensinada nos seminários, a vida burguesa, a violência e o nacionalismo exagerado.
Sempre apontado como solitário, na verdade, como ele mesmo escreveu: sua fortaleza era a solidão. Nessa solidão ele tinha bons companheiros, um caderno para suas anotações de viagem, outro de desenho e uma mochila. Era tudo que precisava para suas anotações do corpo e da alma. Para isso não foi necessário um escritório, nem mesmo um quarto de estar e muito menos uma biblioteca. Só precisou caminhar... na íntegra; visualizar; conviver; escutar. Às vezes somos escritores e doutores através do que lemos, do que vemos na TV, das revistas e das músicas eletrônicas. Porém Hermann Hesse precisava tocar fisicamente, sentir o cheiro, às vezes (poucas vezes) conversar, escutar os passarinhos e o vento, rir alto, chorar baixinho, deitar na grama, abraçar uma árvore, dormir ao relento, nadar no rio, comer uma fruta colhida no pé. Tudo isso sem que as terras fossem suas, sem que o itinerário estivesse traçado, deixando-se levar pelo destino. Sem rancores ou desesperos.
Para ele bastava apenas a inquietação a respeito de Deus. Queria encontrar Deus nas coisas simples, e não foi nas aulas de Teologia que O encontrou. Por isso sua alma pediu algo mais... e ele teve a coragem de se despir dos valores terrestres para esse encontro. Teve um momento em que, no alto da montanha, não soube que rumo tomar, sabia-mente foi até a nascente d’água, ali colocou seus pés, e esperou a resposta. Logo a sua frente aquela água se bifurcava e corria para ambos os lados, descendo pela encosta do morro. Dali de cima, com os pés numa pequena nascente,  ele pode sentir a água descendo o desfiladeiro, cortando o vale, passando pelas aldeias, cidades, e mais adiante... tornando-se oceano. Deixou escrito em CAMINHADA: “A bela e antiga parábola santifica meu instante. Também a nós, viajantes, qualquer caminho conduz para a casa”.
Ali em cima sentiu a devastação. Lugar ermo onde não existiam árvores, nem mesmo arbustos. Só pedras. Ele era jovem. E os jovens precisam mais ainda de quem fale com eles. As árvores nos falam através da cantiga do vento e da chuva mansa das folhas. Mas... e as pedras?! As pedras falam duramente, elas ditam palavras de ordem, elas quando falam são como estiletes abrindo a carne e, no melhor delas, friccionam palavras purgativas que rompem abscessos com dor latente. Um dia falaremos sobre as pedras, as drummondianas e as coralineanas. Hoje, há um sopro de aventura ao ler Hermann que me faz mais feliz do que as pedras. É a vontade de estar com as árvores, então Hesse desceu a montanha, atravessou o vale e chegou até as árvores. Creio que devo colocar na íntegra alguns comentários dele a esse respeito: “as árvores sempre foram para mim os oradores mais convincentes. Eu as venero entre suas famílias e povos, as florestas e os bosques, mas, ainda mais, as adoro quando estão sós. Então são como seres solitários...”, daí ele comparou Beethoven e Nietzsche às árvores isoladas, árvores sós. Árvores sagradas que “em suas copas cicia o mundo, suas raízes jazem no infinito. Solitárias, elas não se perdem, senão com toda a força de seu ser procuram a única meta, preencher a sua própria lei desenvolvendo suas formas e se auto-representando. Não existe nada mais santo, mais exemplar do que uma bela e forte árvore”. Hesse viu a divindade vestida em casca, pulsante em seiva, coroada de folhas, abraçada por galhos. Tanto que fez questão de destacar em aquarelas as árvores nas paisagens dos lugares por onde passou.  Só em uma aquarela ele não retratou as árvores, é no capítulo “A Aldeia”, onde há desenhos de edificações feitas pelo ser humano.  Mas, em todas outras elas comparecem, afinal... “árvores são relíquias”. Quem sabe como lhes falar e consegue ouvi-las, ah!... esse, então, conhece a verdade. “Elas não pregam ensinamentos e receitas, pregam isoladamente a primária lei da vida”. Questiono-me nesse momento: o que é essa tal primária lei da vida? O que Hermann Hesse quer nos ensinar? Ele estava à procura dessa lei, e pelo que entendo... a encontrou. Lei primária deve ser viver do Amor para o Amor. Sem traçar planos, sem levar bagagem, sem julgar, sem destruir, sem se enaltecer e... sem criar barreiras. Quando a gente cria barreiras, nos acomodamos, porque podemos dizer, a partir daqui sou eu, a partir daí é você!... não podemos ocupar o mesmo espaço.
Uma árvore divide seu espaço com os pássaros, com as parasitas, com outras plantas, com insetos, com animais de pequeno e de grande porte. Isso é lei primária.  Seremos capazes um dia de sermos assim?
O mais emocionante nessa caminhada de Hesse é quando ele descreve a noite. Disse que as horas noturnas parecem iguais nostalgias, pelo simples fato dele, nesse momento, ouvir as árvores sussurrarem. Ele se põe a escutar a essência dessa saudade, que não seria a fuga do sofrimento, mas o querer de uma pátria. Só que há pátrias que ainda não existem fisicamente, só as encontramos dentro de nós, as que criamos. Algo impalpável para a matéria, e aconchegante para o espírito. Talvez nossa casa, nosso primeiro lar. Hesse aprofundou-se na nostalgia: “É a saudade que nos guia para casa. Todo caminho leva para a casa, qualquer passo é um nascer, um morrer, qualquer sepultura uma mãe”. Porque a nossa “casa” está dentro de nós, seja lá onde estivermos, podemos matar o que há de errado e fazer nascer o que é bom. Quem assim se vê consegue olhar a noite com olhos iluminados. “E assim, quando à noite sentimos medo de nossos pensamentos infantis, que a árvore cicia. As árvores têm pensamentos extensos, calmos e de fôlego comprido, da mesma forma que sua vida é mais longa que a nossa” – dessa forma Hesse ouviu as árvores e ainda mais, nos ensinou que ao aprendermos a ouvi-las, saberemos que elas são muito mais sábias do que nós. Sua conclusão é fenomenal, não precisamos ser árvore, precisamos ser, sim, nossa própria pátria, desde que ela seja a FELICIDADE.

(dedico esta crônica à querida amiga dona Ruth Botelho Guimarães)

Rita Elisa Seda
www.palavrasdeseda.blogspot.com



foto-haicai





















Ivani Izidoro









A lenda do ARROZ

 Ano novo! Marcação coletiva para um iniciar um novo tempo.
  Nas mesas, as ceias podem ter muitos alimentos não cotidianos, mas a presença do ARROZ é certa!
  Já foi dito que o essencial é invisível aos olhos, este é o caso do arroz: simples ou incrementado, ele é essencial em nossas mesas e nem se pensa em ceia sem ele.
  O arroz, com certeza um alimento base da nossa alimentação, herança de nossa colonização portuguesa representa muito mais: é história e por sua importância traz lendas!
  Sua origem histórica afirmam ser da China, na Ásia, (apesar da palavra arroz ser derivada do árabe arruzz). Mas, a origem lendária é patrimônio universal, pois é contada por muitas culturas.
  A lenda hindu conta que o arroz é um dom dado por uma divindade para saciar a fome, um presente para mostrar o interesse divino pelo ser humano. E, diz ainda a lenda, o esforço e o trabalhoso cultivo do arroz, foram o castigo posterior dados ao homem por sua ingratidão, suas más ações coletivas e atos imorais.
  Na lenda africana, o arroz seria uma das seis sementes dadas pelo Ser supremo, o Deus criador de todas as coisas para alimentar a humanidade.
  Para os árabes, o  arroz seria a gota do suor derramado por Maomé caída do Paraíso e quase todas as lendas chinesas relatam o arroz como presente divino para tirar a fome do homem.
  Também na China, o arroz  é considerado sinal de prosperidade. Diz a lenda que um Mandarim poderoso mandou realizar o casamento de sua filha sobre uma chuva de arroz, iniciando assim a tradição de jogar arroz nos noivos como desejos de fartura e prosperidade.

Verdades ou mentiras?
São lendas!

 Seja como for, um novo tempo nos convida a ter coragem para cultivar o arroz- alimento da alma e a agradecer cada dia o arroz ali-mento do corpo, fruto do trabalho do homem e do presente de Deus!
Nos convida a ter desejo coletivo para  2014:

VIVER UM ANO COBERTO DE CHUVAS DE ARROZ, REGADOS DE PRESENÇA DE DEUS, AMOR E PAZ!


Ivani Izidoro
Ivaniizidoro@hotmail.com



Orientação de Saúde Bucal

Lente de Contato Dental

Para um sorriso de estrela


A odontologia estética tem como objetivo fundamental transformar o sorriso, levando harmonia para o rosto e sobressaindo a beleza natural de cada um.
As lentes de contato têm sido a grande procura do momento. Essa técnica tem como objetivo corrigir defeitos e melhorar a forma e a cor dos dentes. O famoso “sorriso de estrela” agora também pode ser seu.
A técnica é indicada para pacientes com dentes fraturados, escurecidos, levemente desalinhados, dentes anteriores com defeitos no esmalte e superfície danificada por fraturas, fissuras (rachados) ou simplesmente por quem quer um sorriso mais harmonioso.
  O procedimento para colocá-las é simples e eficaz. Quando o caso permite, são feitos desgastes mínimos na superfície dental. É o novo conceito de “odontologia minimamente invasiva”, onde técnicas e materiais odontológicos convergem para a máxima conservação da estrutura dentária. Uma vez provadas e aprovadas, as lentes são aderidas aos dentes por meio de um processo de adesão química de última geração em que a porcelana se fixa ao dente de forma muito segura.
  O estudo prévio do novo sorriso é uma etapa muito importante. É importante prever se existem limitações ou se outra técnica mais adequada para o caso.
  Rapidez no resultado, excelente mimetização dos dentes naturais, desgastes minimamente invasivos e maior resistência das porcelanas são apenas algumas das vantagens dessa técnica, que proporciona soluções estéticas conservadoras nunca antes possíveis.
  Após colocar as lentes, recomenda-se cuidado para não morder substâncias duras como gelo, unha e frutas com caroço. A manutenção é feita normalmente no próprio consultório, nas consultas de rotina. O ideal é uma revisão periódica no dentista a cada seis meses.






NÚCLEO ODONTOLÓGICO
DRA. VERA TENGUAN
CROSP 42.020



WWW.ODONTOLOGIAVERATENGUAN.COM.BR



MÚSICA

PAZ E AMOR















JORGE E MATEUS

Am
Aumente o som,
C                        G                          D
pra ficar bom a nossa festa não tem hora    pra acabar
Am                   C                      G
O teu sorriso,      abre as portas do paraíso
                          D
vem comigo pra gente dançar
Am                 C
A melhor hora,     sempre é agora
            G                          D
e o melhor lugar é sempre onde voce está
Am                      C
E a luz nunca se apaga, juízo sempre acaba
Am         C          D
e a nossa musica vai começar

G
Paz e Amor
          C
é o que eu quero pra nós
       Em          D           C
e que nada nesse mundo cale a nossa voz
G            C
Céu e Mar e alguem para amar
     Em           D                   C
e o arrepio toda vez que a gente se encontrar
       Am
nunca vai passar,
               C          D
mesmo quando o Sol chegar


Am C G D




POESIA

QUE SAUDADES…

Que saudades do pé de ingá,
Ali tranquilo, na beira do rio,
E das palmeiras caladas com suas folhas,
A conversar com os imprevisíveis ventos.
Ali na cerca tinha a flor-de-são-joão,
Que nos tempos secos florescia toda laranja,
Um segredo que vinha das profundezas.

Que saudades das casinhas escondidas
Em roças ou vilas pelo tempo também esquecidas,
Onde apenas alguns teimosos ficaram para assombrar
E outras raras almas apareciam para visitar.

Que saudades dos caminhos ermos e secos,
Que para lugar nenhum levavam,
Por onde almas solitárias percorriam suas vias,
Longas distâncias, lento caminhar e sina.

Que saudades da velha e majestosa paineira,
Ela se erguia aos céus, lá perto de casa,
Com seu bondoso e  infindo florescer,
Que depois iria colorir o chão de pétalas.

Que saudades da ausência do que fazer,
E de ver a tarde lenta e silenciosamente
Partir mais uma vez para tornar-se noite,
Enquanto os últimos pássaros cantam tristes,
Entoando seus cânticos de despedida.

E a noite vinha, escura e sombria,
Dentro de casas escutávamos seus sons,
Pássaros, o vento a sacudir as folhas,
Coachos no brejo, uma fruta ou um galho a cair.
Mas, às vezes, escutava-se um estranho canto ou uivo,
Algo desconhecido...
E a noite ficava mais noite...
Que saudades das noites nos ermos...

Jorge Pessotto
Nascido em São José dos Campos, é professor estadual de história. 
Uma vez ou outra aparecem-lhe lampejos que se transformam em versos.













São Luis do Paraitinga

VERÃO – SOL – CALOR – RAFTING É ÓTIMA OPÇÃO


Precisamos apenas olhar ao redor, perto de casa mesmo, e verificar o quanto a região em que moramos é rica em atividades e opções, reservando surpresas que não percebemos que existem, e o Vale do Paraíba é repleto delas.
Em uma destas viagens você pode praticar aqui mesmo no Vale do Paraíba uma atividade que é organizada por especialistas na arte da aventura, o rafting. Esta atividade ao ar livre que consiste em descer com embarcações infláveis um rio que possui remansos e corredeiras, pode ser praticada por qualquer pessoa, pois é dividida em níveis de dificuldade que vão do fácil até o avançado regida por normas técnicas e legislação específica.
O rafting é uma atividade repleta de aventuras que integra o homem a natureza no mais alto grau de espírito de aventura, de equipe, desafiando os limites pessoais e coletivos e é um perfeito agente para despertar no individuo o prazer e a satisfação de desfrutar das belezas naturais que os rios abrigam nos lugares mais recônditos de suas margens.
Essa oportunidade está localizada em São Luiz do Paraitinga – SP, a menos de 1h20 minutos de São José dos Campos e pode ser praticada em grupos, família ou individualmente, também uma ótima opção para treinamento empresarial e confraternização.
O cenário é o Rio Paraibuna, considerado o mais preservado no Estado de São Paulo para a prática da aventura, suas águas límpidas e cristalinas protegidas pela Mata Atlântica tornam a descida desse rio localizado no Vale do Paraíba um clássico no Brasil, uma combinação impar de beleza, aventura e conhecimento.

São duas opções de rafting, uma com duração de 6 horas dentro do Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Santa Virgínia e a outra de 4 horas de rio, mas não se assuste você não vai remar todo esse tempo, pois além das corredeiras, durante a atividade é servido um lanche numa parada em local maravilhoso onde você poderá desfrutar da beleza ao redor, nadar e tomar sol. Durante a descida há trechos em que a corrente nos leva e os experientes condutores de rafting aproveitam para falar sobre a cultura e o ambiente natural ao nosso entorno.
Quem nos leva nessa atividade é  a Cia de Rafting, empresa que tem a reputação de manter o padrão de qualidade de operação e do ambiente em que opera, pois é qualificada na norma ABNT NBR 15331 – Sistema de Gestão da Segurança e possui a mais experiente equipe de condutores de rafting, todos capacitados e qualificados na Norma Técnica ABNT NBR 15370 – Condutores de Rafting, certificados internacionalmente pela IRF – International Rafting Federation, qualificados em 1º Socorros e Monitoria Ambiental.
A CIA DE RAFTING  cumpre os ítens da LEI GERAL DO TURISMO. n° 7.381/2010.
 * Cadastro no Ministério do Turismo : 26.028025.10.0001-1
* Empresa certificada e com SGS - Sistema de Gestão da Segurança implementado.
* Equipe qualificada da norma oficial do Brasil 
* Documentos - ficha de inscrição e contrato .
* Somente agências de turismo com cadastro válido no Ministério do Turismo estão legalmente constituídas e são autorizadas a realizar viagens de qualquer natureza, conforme lei 11.771, de 17 de setembro de 2008. 




  ***FIQUE ATENTO ***

Sobre a  Cia de Rafting
Com 17 anos de atuação no Vale do Paraíba a Cia de Rafting organiza eventos no setor de Turismo de Aventura, é pioneira e responsável pela implantação das operações de rafting na Bacia do Rio Paraibuna, operações que abrangem os municípios de São Luiz do Paraitinga e Natividade da Serra .

A Cia de Rafting tem como meta oferecer um serviço completo em turismo de aventura fundamentados nos seguintes princípios:
- Segurança das operações ;
- Pessoal Capacitado ;
- Foco no cliente ;
- Retorno a comunidade local ;
- Respeito a preservação do patrimônio natural ;
- Preços Justos, de acordo com os serviços oferecidos.
- Turismo de Qualidade ;
- Respeito a Capacidade de Carga do Ambiente Visitado.

As atividades da Cia de Rafting:
- Rafting – roteiros para iniciantes e praticantes
- Trilhas – níveis moderado e avançado
- Expedições de 1 à  2 dias
- Vivências Ambientais
- Cursos
- Atividades Recreativas

São realizadas para:
- Lazer
- Educação Ambiental
- Treinamento Empresarial
- Confraternizações
- Desenvolvimento Pessoal



CALENDÁRIO 2014

RAFTING BRAZADÃO 4 HORAS
JANEIRO 04,05,18,19
FEVEREIRO 01,02,15,16,
MARÇO  01,02,15,16,29,30
Carnaval (obs. 4 á 9 Carnaval-consulte)

RAFTING Sta Virginia 6 HORAS

JANEIRO  11,12,25,26
FEVEREIRO 08,09,22,23
MARÇO  22,23
carnaval (obs. 4 á 9 Carnaval consulte)


Para participar das aventuras com a Cia de Rafting entre em contato:
(12) 3018-4809 (Atendimento em S.J.Campos)
(12)3671-2665 ( Atendimento em São Luiz do Paraitinga)
(12) 9-9703-1363



www.ciaderafting.com.br
e-mail : rafting@ciaderafting.com.br
Facebook : www.facebook.com/CiadeRafting




Receita Culinária








Doce de Coco Feito na Xícara

Ingredientes:

100 gr de coco ralado úmido e adoçado
150 ml de leite
3 ovos

1 lata de leite condensado (395 gr)

CALDA DE COCO
½ xícara de chá de açúcar

1 xícara de chá de leite de coco

Modo de Preparo:

Numa tigela misture 100 gr de coco ralado úmido e adoçado, 150 ml de leite e deixe hidratar por 20 minutos. Coloque numa outra tigela 3 ovos, 1 lata de leite condensado e misture bem com um batedor de arame. Transfira a mistura para a tigela com o coco ralado hidratado e misture. Em 4 xícaras que possam ir ao forno ou em um refratário ou forma de pudim untados com manteiga e polvilhados com açúcar coloque a massa de coco e leve ao forno médio pré-aquecido a 180 °C por 35 minutos ou até dourar. Retire do forno e deixe esfriar. Sirva em seguida. Muito fácil e delicioso!

CALDA DE COCO (opcional)

Numa panela coloque ½ xícara de chá de açúcar e leve ao fogo médio até derreter o açúcar. Adicione 1 xícara de chá de leite de coco e deixe cozinhar até engrossar (mais ou menos 10 minutos). Retire do forno.



Bicho de Estimação









Chihuahua


  A menor raça do mundo, o Chihuahua tem uma história polêmica. Segundo uma teoria, a raça surgiu na China e foi levada para o Novo Mundo por comerciantes espanhóis, onde foi cruzada com raças nativas muito pequenas. Outra teoria afirma que a raça surgiu mesmo na América do Sul, descendente dos nativos Techichi, um cão pequeno e mudo que era às vezes sacrificado em rituais religiosos Toltecas.    Dizia-se que havia um cão pequeno e vermelho que guiava as almas até o submundo, e toda família Asteca tinha um cachorro assim, que era sacrificado e cremado juntamente com cada membro falecido na família. Pra piorar ainda mais a situação do Techichi, os Toltecas e seus conquistadores, os Astecas, costumavam comer cachorros e o Techichi pode ter feito parte do cardápio algumas vezes. Apesar de ter vida curta, os Techichis eram bem cuidados pelos sacerdotes ou por suas famílias. Na verdade, a origem mais provável do Chihuahua é uma combinação dessas três teorias: O Techichi nativo foi cruzado provavelmente com os cães chineses minúsculos e sem pelos, mas a data em que isso aconteceu é incerta. Os cães chineses podem ter sido trazidos por uma passagem no Estreito de Bering ou, mais tarde, pelos comerciantes espanhóis. Quando Cortes conquistou os Astecas no século 16, os cachorrinhos foram abandonados e deixados pra se virar sozinhos.    Cerca de 300 anos depois, em 1850, três cães minúsculos foram encontrados em Chihuahua, no México. Alguns poucos foram levados aos Estados Unidos, mas ganharam pouca atenção. Apenas quando Xavier Cugat (“o rei rumba”) apareceu em público tendo um Chihuahua como companheiro, a raça conquistou o coração do público. A raça teve um crescimento meteórico e continuou como uma das raças mais populares da América.


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Novidade na Região Leste


Big Modas

Novidade no Jd. Castanheiras Zona Leste de SJC, a loja BIG MODAS é especializada em roupas de bebê ao extra G e agora trazendo o que faltava para o bairro, a locação de roupas para casamentos, festas e eventos.

Se você vai casar, vai ser madrinha, tem uma festa programada, passe agora mesmo na Big Modas e escolha a melhor roupa para você brilhar no evento.
Localizada na Avenida Josefina Pozzi Bondesan, 243, Jd. Castanheiras, a Big Modas já conta com vestidos de noivas, madrinhas, e daminhas, seguindo as últimas tendências da moda.

Venha nos fazer uma visita e conhecer as novidades!